quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Presidente da Caixa afirma que 2019 foi o ano de maior lucro da história do banco


O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (2) que o banco encerrou o ano de 2019 com o maior lucro de sua história.
O dirigente, que conversou com jornalistas após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Palácio do Planalto, frisou que o resultado foi alcançado mesmo após a instauração de uma política de redução dos juros cobrados dos clientes.
De acordo com Guimarães, o valor final do resultado do banco ainda não terminou de ser apurado e só será divulgado em fevereiro. “Nossa preocupação não é só prestar um serviço de qualidade, que é fundamental, mas reduzir as taxas para as pessoas em geral, e nós terminamos 2019, mas só anunciamos em fevereiro, com um resultado recorde em termos de lucro”, disse.
“Não posso colocar o número, até porque o número não fechou, mas será o maior lucro da história da Caixa. Então a gente mostra matematicamente que pode reduzir os juros e pode ser lucrativo ao mesmo tempo”, completou.
Segundo o presidente da Caixa, o banco ganhou mais de 1 milhão de clientes nos últimos seis meses, quando começou a política de redução nos juros a partir dos cortes promovidos pelo Banco Central na taxa básica de juros do país, a taxa Selic – a Caixa deverá continuar repassando futuros cortes da Selic aos clientes.
“Qualquer redução no Banco Central implica em redução tanto no cheque especial, quanto no rotativo do cartão, no CDC e no crédito imobiliário”, afirmou o executivo.
“Por que? Porque o crédito, o custo de financiamento, que a gente chama o custo de funding do banco, ele depende da Selic. Ou seja, quanto menor a taxa Selic, menor o custo de funding do banco e, por consequência, nós na Caixa Econômica Federal, vamos repassar parte disso para os clientes, para a sociedade, porque isso é uma política que nós estamos fazendo e já ganhamos mais de 1 milhão de clientes nesses últimos seis meses, desde que nós começamos a reduzir os juros”, disse Guimarães.Bahia.ba

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